segunda-feira, 11 de maio de 2009

Em defesa da minissaia nos nossos tribunais:

Já há muito que é costume na nossa sociedade o uso de minissaias, as quais podem ser daquelas que não cobrem os geolhos, das que deixam metade das coxas à mostra ou das que têm a espessura de um band-aid (penso-rápido).
Talvez o temor dos senhores juízes seja o de cair em tentação. Nesse caso, minha motivação será que se complete a divisão entre judiciário e Igreja, e peço aos meritíssimos juízes do CNJ que não só determinem a retirada de todos os crucifixos de todos os tribunais, mas que também autorizem todas as minissaias de todos os tamanhos.
Creio eu que eu possa confiar no discernimento dos cidadãos juízes, razão por que não me parece que em alguma decisão será, alguma vez, dado benefício a uma parte na inversa proporção do tamanho da minissaia, ou, se for o caso, na inversa proporção do tamanho da minissaia e da quantidade e feiura das varizes. A minissaia, na ausência de varizes, apenas aumentaria a beleza dos tribunais, o que seria útil, pois, com belas pernas à mostra, não haveria necessidade dos floreios que grassam (ou graçam?) nos autos de toda a nação. Por essa razão, pleiteio que se autorizem as minissaias, desde que seja para mostrar pernas, mas não varizes.
Muitos poderão dizer que essa questão da minissaia é de menos na administração da justiça. Também concordo. Para mim, as restrições a decotes são ainda mais absurda.
Saibam todos os juízes de direito (e de esquerdo) que os decotes, independente da profundidade, da amplitude e da polpudidade, não são de forma alguma ofensa ao tribunal, pois eles são um reconhecimento e uma forma de gratidão para aquele que o preside. Assim não há por que os restringir, mas muito há por que os liberar.
Assim pelo princípio da laicidade do Estado, pleiteio uma diretriz de autorização irrestrita para os decotes e minissaias de todas e quaisquer dimensões, por respeito à religião que represento, como oráculo de Glícão II, bisneto de Zeus.

sábado, 2 de maio de 2009

Sobre Alexandre I

O único relato sobre a vida de Alexandre de Abonútico, doravante chamado de Alexandre I, sacerdote de Glícão, é de autoria de Luciano, famoso historiador grego do século II d. C. Aos poucos, eu o novo Alexandre, doravante chamado Alexandre II, sacerdote de Glícão. No texto de Luciano, esse deus é apresentado por este verso:
Εἰμὶ Γλύκων͵ τρίτον αἷμα Διός͵ φάος ἀνθρώποισιν.
Trad.: “Sou Glícão, terceiro sangue de Zeus, luz aos homens.”
Isso por si só dá a importância de Glícão para o mundo, pois graças a ele temos luz. Contudo, os discrentes e difamadores da palavra insistem em dizer que a luz é trazida pela… ELETROPAULO!
(Se você quiser se redimir, basta depositar o valor na minha conta bancária e mandar um cópia autenticada àqueles fanfarrões, para mostrar que a verdade foi revelada.)
Aos poucos, vou narrar em detalhes a história de Alexandre, que enfrentou estóicos, cínicos e cristãos levar seu oráculo a todos os necessitados que pagassem por isso.

Comunicado da ABOCA:

Prezados senhores ornitólogos comedores de alphiste,
É com muito prazer que apresento-lhes este blogue que servirá relativamente ao propósito de ser um semanário para tratar dos assuntos relacionados ao consumo e à valorização do alphiste, bem como em relação ao fomento relativo à atividade ornitóloga-alphistófaga. Espero contar com vossa atenção aos importantíssmos informes que lhes serão delibrados por meio deste recurso.
A DIRETORIA